-Você não pode mais fazer isso.
Eu podia, e fiz.
Os animais corriam de mim e eu via mais uma vez o senhor Você-Sabe quem andando por aí com seu pato de pelúcia.
Essa história é sobre o pato.
O pato conheceu-me depois que o vi lendo para seu dono mais uma vez por causa do Frank Sinatra. Era impossível de se prever os movimentos daquele maldito pato.
Eu digo maldito, mas ele era mesmo é afamado, um belo dum monte de documentários, esse era o pato.
Enquanto observo uma vítima( uma bexiga azul-marinha, com um aspecto nada soturno ), dessa noite ela não passava. Eu iria enchê-la de gás hélio e depois...ah, só de pensar entro em extâse.
Eu fui em direção da bexiga com convicção de que nada daria errado e eu não pisaria em falso, não de novo.
E aí veio o pato. Com certa languidez no olhar e uma mortalha presa em seus terríveis dentes de leite.
Ele me olhou, olhou, olhou.
Mas ele era cego. Me aproveitei de tal circustância e começei a cantar sua canção judia favorita.
Ele ele me interrempe.......aasdatq9a e1209211 a12 12 1iajjasd 214hnsihfiUGBDTYSFGVBuhjrgqytwf fa
Ele apareceu do nada por aqui, e agora está morto o maldito, digo, afamado pato que conheceu você-sabe quem naquela noite de outono, enquanto os exemplos permaciam lá, paradinhos e bonitinhos, como sempre.