Motivo disso estar acontecendo,babe.

"He is a sad man with an eye in his eye of the eye."

Pelos bares por aí

Pelos bares por aí
Oi

domingo, 17 de outubro de 2010

Sou ya

Então. Vamos lá.
Passeeaaaar nesse cavalo alado !
Morrer de abundância !




Belo poema.











Mentolado

sábado, 16 de outubro de 2010

NO FEAR

Na busca da família perfeita, o senhor Paulão Caveira entra em mais uma de suas aventuras, as quais serão narradas por mim mesmo, sim senhor, eu.


Paulão Caveira não era ninguém. Não que ele não tinha personalidade, ele era ninguém e pronto.
Paulão Caveira amava todos os seus meio-irmãos como se ama o Futebol lá em Liverpool. Mas ele teve que estuprá-los todos. Ele pulou o muro e viu o Verme, sua majestade passar por aí com vontade de defecar.
Voltemos à história do casamento de Paulão que só se via na frente de um problemão, o trapézio Mágico, bendito trapézio, com tu podias ter fama e dinheiro e agora em meu sepulcro...


Paulão resolveu o problema e resolveu ir salvar famílias inocentes.
Mas salvar de quê ?
De nada.




Paulão Caveira encontrou uma família que precisava ser salva e não deu atenção.
Paulão Caveira ganhou esse nome quando salvou a primeira família.
Paulão Caverira era famigerado.
Paulão Caveira era galático.





Bar mundial do lázaro.

Risoto tinha de tudo na vida. Mas só não tinha... Não ele tinha de tudo.
Uma vez me lembro que o matei em sua casa e lá estava ele tomando seu phoenix down outra vez.

Eu odiava aquele maldito daquele Risoto.

Um dia ele cozinhou um ovo sem nem pular na água. Foi lindo. Mas passou tempo e tempo e eu me indaguei :

-E agora ?


BLAM. Ouvi um barulho na porta e fechei-me a narina.
Risoto atendeu, era o Cavaqueira, nosso maior inimigo.

Eu usei minhas técnicas enquanto risoto comia seu velho ovo roído.


O SONHO ACABOU RISOTO !
ACABOU.

SE PREPARE PARA MORRER.

aqui quem fala é seu amigo de sempre : A.A

Você faz copofragia ?

Morador de rua é encontrado vacinado em Miriam Landy.


A prefeita de Mary Landy foi até a sapataria para cumprir a profecia de sua velha e boa lira....

hahahahahahahahahahahaha

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Congratulations

Um desentendimento qualquer e lá vai Mingau ver o que aconteceu. Estou afim de fazer um texto bem grande com palavras aleatórias por aqui, depois continuar e contar a estória do Mingau.

Bateria estatística mensagem patrimônio caixa parafuso botão luz cd bandeja tela sair giratório vizualiza a data flor vela vírgula azedume languidez montante ternura movido som batida bíblia gaveta suporte telefônico pote propostos abelhas do mundo que o pode glutão verdura júpiter diamante terno fronte corte show julgamento mural toque de celular gélido probiótico salvo momentâneo guitarra então... você cocô latim.



Bem, agora vamos contar a história de Mingau.

Mingau não passava de um vendedor de tapetes na rua da quinze com a doze sem interrupções por favor. Mingau passeava em cima das calçadas da fama daquela rua sem interrupções por favor, daí ele viu que podia fazer mais sem precisar gastar tanto e arranjou sete sacolas que acabaram por traí-lo. Ele ficou bravo. Bravo ! disse sua mulher depois que ele pintou seu último quadro na parede. As lembranças de Mingau atingiram seu coraçãozinho sem interrupções por favor.

Estava Mingau em sua casa. Jogando gamão nu, como de costume.

Ele tinha de trabalhar aquele dia. Seria um dia cheio, ele teria de cuidar de seu bebê, amputar seu pênis, andar em zig zag pela cidade, nadar um pouquinho e escutar música.

Seu bebê era meio retardado e se chamava Sara. Mesmo sendo homem, Sara é um bom nome.

Sara Catapora Logo. Um lindo nome. belíssimo. Ah é sim, como é, oh sim, oh sim, muuuito bom esse nome.



Enquanto passava roupa sem interrupções por favor o senhor Mingau falava no telefone como quem não quer nada :

-Oi, quem é ? Quem ? Você ? Carregar ? Ahn ? sim ? O QUÊ ?

Ele saiu de casa apressado.


Seus tapetes vendidos naquela noite lucraram demasiamente gostosões,







domingo, 10 de outubro de 2010

crônica ao felizardo

-Você não pode mais fazer isso.

Eu podia, e fiz.

Os animais corriam de mim e eu via mais uma vez o senhor Você-Sabe quem andando por aí com seu pato de pelúcia.

Essa história é sobre o pato.

O pato conheceu-me depois que o vi lendo para seu dono mais uma vez por causa do Frank Sinatra. Era impossível de se prever os movimentos daquele maldito pato.
Eu digo maldito, mas ele era mesmo é afamado, um belo dum monte de documentários, esse era o pato.

Enquanto observo uma vítima( uma bexiga azul-marinha, com um aspecto nada soturno ), dessa noite ela não passava. Eu iria enchê-la de gás hélio e depois...ah, só de pensar entro em extâse.

Eu fui em direção da bexiga com convicção de que nada daria errado e eu não pisaria em falso, não de novo.


E aí veio o pato. Com certa languidez no olhar e uma mortalha presa em seus terríveis dentes de leite.
Ele me olhou, olhou, olhou.
Mas ele era cego. Me aproveitei de tal circustância e começei a cantar sua canção judia favorita.

Ele ele me interrempe.......aasdatq9a e1209211 a12 12 1iajjasd 214hnsihfiUGBDTYSFGVBuhjrgqytwf fa



Ele apareceu do nada por aqui, e agora está morto o maldito, digo, afamado pato que conheceu você-sabe quem naquela noite de outono, enquanto os exemplos permaciam lá, paradinhos e bonitinhos, como sempre.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

chumba chumba

Tem sangue espalhado por todo o pão


FODASSE

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Viagens marítimas e pessoas caralhudas

Mais uma vez ele tocou nesse assunto. E ele sabia que não devia tocar. Ele não tocava no assunto e não se barbeava à 7 anos.

Cem. Eram realmente cem macaquinhos desocupados.

Ele se segurou para não rir.


Carnificina.